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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Sonho 28/06 e 01/07

















Sonho 28-06-10

Eu era um jovem adolescente africano e, com um amigo, participava de uma competição de gol a gol em um dos estádios da Copa do Mundo. Depois de termos perdido, voltávamos para casa em um ônibus cheio de adolescentes africanos. Tentei flertar com uma bela adolescente africana, mas ela me esnobou. Paramos em um vilarejo e eu e meu amigo fomos visitar uma velha tia dele. Ela morava em uma enorme casa de palha e madeira, cheia de móveis antigos e improvisados, havia também muitas frutas e comida, era uma mulher rica para os padrões da vila. Não havia paredes internas, a casa era de um cômodo só, como uma grande oca. A velha era miúda e franzina, usava um vestido florido e era muito simpática. De repente, a casa foi cercada por um monte de guepardos. Meu amigo correu para buscar ajuda, enquanto eu e a velhinha bloqueávamos portas e janelas e tentávamos evitar a entrada dos bichos. Mas alguns deles começaram a entrar pelo teto e eu corri para tentar buscar ajuda também. Quando voltamos, sem ajuda nenhuma, a velha estava só e desamparada, sentada na soleira da porta. Os guepardos tinham levado embora toda a comida e todos os móveis da casa.


Sonho 01-07-10

Era uma plataforma do metrô, só que menor e com pouco espaço entre os passageiros. Um bêbado fazia gracinha, chegando bem na beira da plataforma, deitando no chão, falando baboseiras. Enquanto isso, o bilheteiro chamava a atenção do guarda, mandando-o conter o bebum, mas o guarda estava mais ocupado dando atenção a umas moças bonitas que pediam informações. De repente, o bêbado caiu nos trilhos. Imediatamente, o bilheteiro, o guarda e mais um homem pularam juntos para socorrê-lo. Nesse instante, o trem se aproximou em alta velocidade, mas, devido à habilidade do maquinista, no último momento, o trem pegou um entroncamento(!) e desviou dos quatro. Depois disso, o guarda, o bilheteiro e o outro homem foram retirados dos trilhos em absoluto estado de choque: duros, congelados e com os olhos esbugalhados. O bêbado, por sua vez, saiu sozinho do buraco e foi embora cambaleando e cantando, como se nada tivesse acontecido.